
NOTÍCIAS DE HOJE - Sumário
Eventos & Mundo - Musk processa OpenAI por US$ 134 bilhões e o julgamento que pode redefinir o futuro da IA começou ontem
Tech & IA - Por que a OpenAI desistiu do Sora? O encerramento expõe um problema maior no mercado de IA
Educação & Carreira - 98% das empresas brasileiras não encontram os profissionais de tech que precisam. O que está faltando no mercado?
Marketing - Collabs de lifestyle deixaram de ser ação pontual e viraram estratégia de posicionamento de marca
Plataformas - HubSpot, Atlassian e SAP abandonam a assinatura mensal. A IA está mudando como o software cobra pelo que entrega
Mercado & Campanhas - Magalu quer trocar o marketplace pelo "brandplace". O que muda para quem vende na plataforma
Creators - Do publipost ao cargo executivo: por que marcas brasileiras estão colocando influenciadores na liderança
EVENTOS & MUNDO
Musk processa OpenAI por US$ 134 bilhões e o julgamento que pode redefinir o futuro da IA começou ontem
Em Oakland, Califórnia, ex-sócios viram adversários num tribunal federal, e os bastidores do Vale do Silício estão sendo expostos página por página

Foto: Nathan Laine Bloomberg (Getty Images). Justin Sullivan (Getty Images)
O julgamento da ação movida por Elon Musk contra a OpenAI e a Microsoft teve início nesta segunda-feira (27) no tribunal federal de Oakland, na Califórnia. Um júri de nove pessoas foi selecionado e os argumentos de abertura estão previstos para esta terça. O processo foi dividido em duas fases: uma de responsabilidade e outra de reparação.
Musk pede US$ 134 bilhões em "ganhos ilícitos", com a intenção de redirecionar os valores ao braço filantrópico da OpenAI. Além da indenização, quer a destituição de Sam Altman e Greg Brockman de seus cargos e o retorno da empresa ao modelo sem fins lucrativos. Das 26 acusações apresentadas em 2024, apenas duas seguem para julgamento: enriquecimento ilícito e violação de confiança filantrópica.
A acusação central é de traição à missão fundadora. Musk afirma que ajudou a criar e financiar a OpenAI com cerca de US$ 38 milhões, emprestou seu nome e influência ao projeto, e foi enganado por Altman e Brockman, que transformaram a organização em uma entidade comercial em 2019, favorecendo executivos e investidores, especialmente a Microsoft. Em post no X durante a seleção do júri, Musk foi direto: "Scam Altman e Greg Stockman roubaram uma instituição de caridade. Ponto final."
A OpenAI rebate com outra narrativa. A empresa afirma que Musk participou das discussões sobre a mudança de estrutura, exigiu assumir o cargo de CEO e hoje age para beneficiar sua própria empresa de IA, a xAI. Em nota, a companhia foi igualmente direta: "Este processo sempre foi uma tentativa ciumenta e infundada de prejudicar um concorrente."
Os documentos revelados em tribunal adicionam camadas ao conflito. Uma anotação de Brockman, escrita em 2017, dizia: "Esta é a única chance que temos de nos livrar de Elon". Em outro trecho, o próprio Brockman escrevia em seu diário: "Financeiramente, o que me levará a um bilhão de dólares?", enquanto debatia a viabilidade de transformar a OpenAI em entidade lucrativa.
O julgamento deve contar com depoimentos de Musk, Altman e Satya Nadella, CEO da Microsoft. Shivon Zilis, ex-conselheira da OpenAI e mãe de quatro filhos de Musk, também deve ser chamada como testemunha, os advogados da OpenAI alegam que ela repassava informações internas a Musk.
O contexto financeiro torna o caso ainda mais explosivo. A OpenAI prepara um IPO que pode avaliá-la em até US$ 1 trilhão, enquanto a SpaceX de Musk planeja sua própria abertura de capital. Juntas, as duas empresas são avaliadas em mais de US$ 2 trilhões no mercado privado.
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TECH & IA
Por que a OpenAI desistiu do Sora? O encerramento expõe um problema maior no mercado de IA
Downloads caíram 70% e o custo chegou a US$ 15 milhões por dia, dois erros que revelam o abismo entre o que a indústria constrói e o que o mundo de fato usa

Foto: Reprodução InfoMoney
A OpenAI anunciou em março o encerramento do Sora, ferramenta de geração de vídeos por IA que a própria empresa chegou a chamar de "o motor de imaginação mais poderoso já construído". O produto durou seis meses.
Após o lançamento exclusivo para convidados em setembro, o Sora atingiu mais de 1 milhão de usuários ativos diários em pouco mais de um mês. O pico veio no início de novembro. Depois, a curva inverteu. Os downloads caíram 70% desde novembro e os usuários ativos diários diminuíram 34%.
O primeiro erro foi de leitura de comportamento. A OpenAI construiu uma ferramenta tecnicamente sofisticada e esperava que os usuários a adotassem com o mesmo entusiasmo de seus engenheiros. Mas vídeos gerados por IA, mesmo os mais realistas, retiram o elemento que torna o conteúdo espontâneo atraente: a autenticidade do momento real.
O segundo erro foi financeiro. Em outubro, o próprio chefe do Sora, Bill Peeples, publicou que a economia do produto estava "completamente insustentável". Em novembro, a Forbes estimou que o aplicativo custava à OpenAI cerca de US$ 15 milhões por dia, em uma empresa que ainda queima caixa mais rápido do que gera receita.
O caso não é isolado. Ele reflete uma contradição estrutural do mercado: enquanto 93% dos brasileiros afirmam usar alguma ferramenta de IA no dia a dia, globalmente 6,8 bilhões de pessoas, 83% da população, não utilizaram modelos generativos como o ChatGPT nos últimos seis meses de 2025. A indústria produz em escala industrial. O uso real ainda não acompanha.
A descontinuação faz parte de uma mudança estratégica mais ampla: o chefe de aplicações da OpenAI disse aos funcionários que a empresa não pode se dar ao luxo de ser "distraída por missões secundárias". O foco agora está em produtos corporativos e na ferramenta de codificação Codex.
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EDUCAÇÃO & CARREIRA
98% das empresas brasileiras não encontram os profissionais de tech que precisam. O que está faltando no mercado?
Pesquisa Ford e Datafolha com 250 líderes de RH e TI expõe um gargalo que vai além do conhecimento técnico, e que a IA está tornando mais urgente a cada mês

Foto: ShutterStock
A pesquisa "Mercado de Trabalho Tech: Raio-X e Tendências", desenvolvida pela Ford em parceria com o Datafolha, ouviu 250 líderes de RH e TI de empresas de diferentes segmentos e chegou a um número direto: 98% têm dificuldade em encontrar profissionais qualificados em tecnologia.
Para 72% das empresas, a falta de conhecimento técnico é o principal desafio. Para 54%, o gargalo está na ausência de experiência prática. O resultado aparece no tempo de contratação: apenas 14% das empresas conseguem preencher uma vaga de tech em menos de um mês. Outros 50% levam de um a dois meses, e 25% ultrapassam dois meses de busca.
As posições mais difíceis de preencher são especialistas em IA e engenheiros de software. O dado faz sentido diante do contexto: o uso de IA no setor industrial brasileiro saltou de 16,9% para 41,9% das empresas em dois anos, crescimento de 147,9%. A demanda por profissionais cresce mais rápido do que a formação consegue acompanhar. A Brasscom projeta necessidade de 420 mil profissionais de TI no Brasil até 2024, mas o país forma apenas 46 mil por ano.
O mercado responde com busca por qualificação. Uma pesquisa da Escola Conquer revela que 72% dos profissionais planejam fazer pós-graduação em tecnologia e inovação em 2026, impulsionados por IA e análise de dados. O 15º Mapa do Ensino Superior da Semesp registra alta de 15,1% nas matrículas presenciais em Computação e TIC entre 2022 e 2023.
Mas há um segundo gargalo que o mercado ainda subestima. A pesquisa revela que 37% das empresas rejeitam, frequentemente ou sempre, candidatos tecnicamente aptos por ausência de habilidades comportamentais. Os atributos mais escassos: inteligência emocional (36%) e pensamento crítico e capacidade de resolver problemas (33%). Em uma projeção para os próximos dois anos, 44% dos líderes já preveem que as habilidades comportamentais serão mais difíceis de encontrar do que as técnicas.
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MARKETING
Collabs de lifestyle deixaram de ser ação pontual e viraram estratégia de posicionamento de marca
Do fitness à moda, parcerias entre marcas de categorias distintas crescem como resposta a um consumidor que não compra produto, compra estilo de vida

Foto: Reprodução BlogVXJunho_Blog
Contextualizando, o mercado global de wellness movimenta hoje mais de US$ 6 trilhões, segundo o Global Wellness Institute, e cresce acima da média de outros setores de consumo. É aí que as collabs entre marcas de categorias distintas, fitness e moda, nutrição e gastronomia, esporte e beleza, deixaram de ser iniciativas táticas para se tornarem instrumentos de construção de posicionamento.
A lógica é direta. Pesquisas recentes da McKinsey & Company mostram que consumidores de wellness valorizam cada vez mais marcas que refletem seu estilo de vida e suas escolhas pessoais, não apenas atributos técnicos. Em um ambiente saturado de ofertas funcionalmente semelhantes, o diferencial competitivo migrou do produto para o universo que ele representa.
No Brasil, esse movimento tem casos concretos. A Nutrata estabeleceu collabs com Danone, Bacio di Latte, Nestlé e até a Reserva, na categoria de moda, expandindo o território da nutrição esportiva para além do consumo estritamente funcional. As Havaianas seguiram caminho semelhante, apostando em hotspots e collabs como estratégia para se consolidar como referência de lifestyle global, e não apenas como fabricante de sandálias. Em ambos os casos, o produto permanece o mesmo. O que muda é o universo em que ele passa a habitar.
"Em vez de disputar espaço apenas dentro de categorias, as empresas passam a competir pela relevância na rotina das pessoas.", Charles Formigari, cofundador da Nutrata
O mecanismo funciona porque responde a uma transformação no comportamento do consumidor. Saúde e bem-estar deixaram de ser metas isoladas e passaram a ser elementos integrados à rotina, à estética e à identidade. Nesse contexto, o consumidor não busca apenas um produto que funcione, busca marcas que compartilhem seus códigos culturais e pertencimento.
Com quem uma marca se associa define quais comunidades ela escolhe habitar, quais narrativas compartilha e quais valores sinaliza ao mercado. Fazer uma collab errada pode ser tão custoso quanto não fazer nenhuma. Para equipes de marketing, a implicação prática é que a escolha de parceiros de collab virou decisão estratégica de marca, não de mídia.
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PLATAFORMAS
HubSpot, Atlassian e SAP abandonam a assinatura mensal. A IA está mudando como o software cobra pelo que entrega
Com agentes de IA executando o trabalho de várias pessoas, a taxa fixa por usuário perdeu sentido, e 50% dos clientes da ServiceNow já migraram para o novo modelo

Foto: ShutterStock
A HubSpot passou a cobrar seus clientes não pela licença do software, mas pelos leads qualificados entregues pela IA. A Atlassian seguiu o mesmo caminho para fluxos de trabalho autônomos. A SAP, empresa alemã historicamente focada em contratos corporativos de longa duração, também aderiu ao modelo. O movimento tem nome: pay-per-result, ou cobrança por resultado, e está se espalhando pelo mercado de software mais rápido do que analistas esperavam.
O gatilho foi a chegada dos agentes de IA. Sistemas capazes de executar tarefas inteiras sem intervenção humana tornaram obsoleta a lógica de cobrar por usuário por mês. Se um agente faz o trabalho de dez pessoas, a taxa fixa deixa de refletir o valor gerado, e passa a ser um problema tanto para quem vende quanto para quem compra.
"As empresas estão cada vez mais posicionando seus fluxos de trabalho de IA como a venda de uma unidade de trabalho ou uma unidade de produtividade, o que lhes permite acessar contratos de maior porte e novas verbas orçamentárias.", Goldman Sachs, relatório de abril de 2026
A ServiceNow informou que a cobrança por resultado já é a estratégia escolhida por 50% de seus clientes. A Anthropic também adotou o modelo, reduzindo os tokens disponíveis em planos mensais para priorizar a venda por uso efetivo. Segundo o analista Kyle Poyar, a reprecificação da HubSpot resultou em preços até 50% menores que os do concorrente Fin, tornando a mudança não apenas uma adaptação ao mercado, mas uma arma competitiva direta.
O impacto para quem compra software é duplo. Em implantações menores, pagar pelo que se usa tende a reduzir custos e eliminar licenças subutilizadas. Em usos intensivos de IA, a conta pode surpreender: a previsibilidade financeira que os contratos de taxa fixa garantiam some, e o gestor precisa monitorar o consumo com mais atenção.
O mercado global de SaaS deve crescer de US$ 375 bilhões em 2026 para US$ 1,4 trilhão até 2034. No Brasil, o setor atingiu US$ 7,9 bilhões em 2025 e projeta US$ 25,5 bilhões até 2034. Mas o crescimento vem acompanhado de uma ruptura: o modelo de assinatura que sustentou a indústria por décadas está sendo substituído por uma lógica em que o software precisa provar seu valor a cada entrega.
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MERCADO & CAMPANHAS
Magalu quer trocar o marketplace pelo "brandplace". O que muda para quem vende na plataforma?
Com Tramontina, Lacoste e Westwing chegando ao ecossistema, a varejista aposta em marcas de maior valor agregado, e pequenos sellers podem ficar de fora dessa conta

Foto: Olavo Martins/Divulgação Magalu
O Magalu está acelerando a entrada de grandes marcas em seu marketplace e passou a chamar a estratégia internamente de "brandplace". Tramontina, Westwing e Lacoste são exemplos recentes. O movimento tem uma justificativa direta: no quarto trimestre de 2025, as vendas via marketplace caíram 11,7%, resultado atribuído à concorrência agressiva em produtos de ticket baixo.
"De um modo geral, vimos uma aceleração de concorrência grande nos tickets mais baixos nos últimos 12 meses, especialmente com muito frete grátis. Não queremos entrar nessa briga. Estamos mais focados em crescer em qualidade.", Ricardo Garrido, diretor do marketplace do Magalu
A Galeria Magalu, inaugurada na Avenida Paulista em dezembro de 2025, materializa essa aposta. O espaço de mais de quatro mil metros quadrados reúne Magazine Luiza, Netshoes, Época Cosméticos, KaBuM! e Estante Virtual e já conta com mais de 150 marcas realizando ativações de retail media. A estimativa é atrair entre 90 e 100 mil visitantes por mês. O CMO do Magalu, Felipe Cohen, afirmou que a arrecadação de mídia deve ser suficiente para pagar o investimento da loja em um ano e meio.
Para atrair os parceiros maiores, o Magalu também ajustou as condições comerciais. A comissão para sellers foi reduzida de 18% para 9,9%, além de cupons para as primeiras vendas de novos parceiros. O e-commerce já representa 69% do faturamento de R$ 65 bilhões registrado pela companhia em 2025, com o marketplace respondendo por 39% das vendas online.
O impacto para quem vende na plataforma é direto, e merece atenção. Se a estratégia do brandplace avançar, o Magalu passa a priorizar marcas com maior poder de branding e ticket médio mais elevado. Sellers genéricos que competem por preço baixo perdem espaço de destaque, visibilidade e, potencialmente, tráfego. O Magalu já conta com mais de 350 mil sellers cadastrados e GMV de R$ 19 bilhões, mas a concentração em marcas conhecidas tende a reduzir a competitividade de vendedores sem identidade própria.
Para sellers que ainda dependem exclusivamente de marketplaces como canal, o recado é estratégico: a janela para construir marca própria nunca foi tão urgente. Plataformas que antes eram território neutro estão escolhendo seus parceiros com critérios cada vez mais parecidos com os de uma curadoria de varejo. Quem não tiver marca, produto diferenciado ou margem para trabalhar com comissões variáveis vai precisar de um plano B.
O que mais foi destaque em MERCADO & CAMPANHAS:
CREATORS
Do publipost ao cargo executivo: por que marcas brasileiras estão colocando influenciadores na liderança
Toguro na Cimed é o caso mais recente de um movimento que já passou por Anitta, Juliette e Manu Gavassi, e que redefine o que significa ter um creator dentro de uma empresa
A estratégia de colocar creators em cargos executivos deixou de ser exceção e virou tendência estrutural no mercado brasileiro. Recentemente, a Cimed anunciou Toguro, Tiago Ribeiro de Lima, influenciador fitness com mais de 11 milhões de seguidores no Instagram, como head de comunicação e marketing da companhia.
Apesar do chamado “Efeito Toguro” o histórico de ações semelhantes é longo. Em 2019, Anitta assumiu o cargo de head de criatividade e inovação na Skol Beats. O resultado foi direto: entre outubro e novembro de 2020, durante campanha capitaneada pela cantora, as interações orgânicas mensais do perfil da marca saltaram de 27 mil para mais de 425 mil.
Em 2022, Juliette assumiu o cargo de head de inovação na Mondial Eletrodomésticos, com papel direto no desenvolvimento de produtos. Manu Gavassi acumulou cargos simultâneos: head de conteúdo da Tanqueray e diretora criativa da Anacapri e do Boticário. Anitta também se tornou membro do conselho de administração do Nubank, uma das posições de maior peso estratégico que uma celebridade pode ocupar em uma empresa de capital aberto.
Segundo Flávio Santos, CEO da MField, as marcas querem se aproximar das comunidades criadas pelos influenciadores, e ir além do uso de imagem é a forma mais profunda de fazer isso. O creator não traz apenas audiência. Traz linguagem, comportamento e leitura de cultura que equipes de marketing tradicionais levam meses para mapear, e que ele já domina por ofício.
Globalmente, o modelo também avança. Ryan Reynolds manteve participação societária e o rosto da Aviation American Gin após a venda da marca para a Diageo por US$ 610 milhões. David Beckham é cofundador e único embaixador do whisky Haig Club. O ex-CEO da Ambev Ricardo Dias resume a lógica: no longo prazo, celebrities e influenciadores perceberam que é melhor ser sócio da empresa do que ter um contrato de patrocínio.
Especialistas alertam que o cargo precisa ser desenhado para o creator brilhar, não para substituir funções que exigem experiência técnica. A recomendação é que o influenciador atue ao lado de heads de inovação e marketing, não no lugar deles.
Quase metade dos anunciantes globais já considera creators uma "compra obrigatória", e a tendência para 2026 aponta para parcerias mais longas, com mais transparência e envolvimento estratégico real. O cargo executivo é a versão mais radical dessa lógica.
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OPINIÃO DO LEITOR
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